Pentest de superfície definida tem escopo, checklist e metodologia consolidada. SpecialOps não. Aqui o engajamento é com um adversário de verdade: sem fronteira pré-definida, atravessando domínios, encadeando vetores que isoladamente parecem inofensivos.
// 01 · A linha
SpecialOps é diferente em natureza. Não é "mais avançado", é outra coisa.
O valor não está em achar uma vulnerabilidade isolada. Está em encadear coisas que individualmente parecem inofensivas até produzir um impacto que ninguém mapeou no relatório de risco.
// 02 · Operações
Cada capacidade abaixo é uma especialização do time. Em um engajamento real, raramente roda uma só — o valor está em compor.
Reconnaissance · Surface Mapping · Dark Web Intel
Mapeamos o que um atacante motivado veria sem nunca tocar a sua infraestrutura: credenciais vazadas, código exposto, supply chain, vínculos pessoais de executivos, infraestrutura sombra. A entrega é o seu dossiê do ponto de vista do adversário — pronto para virar vetor.
Adversarial Simulation · Phishing · Persistence · Lateral
Operação adversarial completa, com objetivo definido e zero suposição sobre o caminho. Phishing dirigido, pretexting, engenharia social, persistência, movimentação lateral, C2 customizado por engajamento. Mediremos o tempo entre intrusão e detecção — e o que aconteceu no intervalo.
Hardware · Firmware · RF · Cloud Backend · Fleet
Não tratamos "um dispositivo" — tratamos o sistema conectado inteiro: hardware, firmware, protocolo RF, backend cloud, política de atualização, frota. JTAG, glitching, side-channel, reverse de firmware e ataques que sobem do silício até o backend que controla 100 mil unidades em campo.
Prompt Injection · Agentic Abuse · Model Extraction · Pipeline
Red team em sistemas com IA — onde a vulnerabilidade não está no código, está no comportamento emergente. Prompt injection encadeado com tool abuse, jailbreaks compostos, exfiltração via canais indiretos, envenenamento de RAG, extração de modelo, ataques a agentes autônomos com permissões reais.
Trechos liberados de engajamentos passados. Detalhes operacionais omitidos.
// Detalhes adicionais sob NDA. Referências fornecidas mediante engajamento.
// 03 · Chain of effects
Cada finding de SpecialOps habilita o próximo. Isoladamente, qualquer um deles passaria em uma auditoria. Em sequência, derrubam o controle.
Cada um desses passos, sozinho, "não é grande coisa". Um fornecedor terceirizado tem portal — normal. SSO compartilhado entre apps — comum. IDOR em endpoint interno — quase invisível para WAF. Token de serviço com escopo amplo — burocracia. Mas encadeados, fazem o pagamento sair pela porta da frente sem nenhum alerta disparar. EXEMPLO ILUSTRATIVO
// 04 · Como engajamos
Você nos diz o que não pode acontecer ("ninguém pode mover R$ X sem aprovação", "ninguém pode ler o catálogo de clientes"). Nós descobrimos o caminho. O escopo é resultado, não infraestrutura.
O atacante real não respeita seu organograma. Operadores SpecialOps cruzam humano, digital, físico e RF no mesmo engajamento. Se o caminho mais curto passa pela recepção, passa pela recepção.
Nada de "achei uma porta aberta, parabéns". Cada finding é explorado até o impacto e documentado com a prova. Falso positivo aqui é falha operacional, não nuance de relatório.
Adversário real tem tempo. Engajamentos SpecialOps duram semanas a meses, com janelas de operação simulando paciência adversarial — pra que sua equipe sinta o que é defender contra alguém que não desiste em 5 dias.
Para a diretoria: a narrativa do ataque, com timeline e impacto traduzido em risco de negócio. Para o time técnico: a cadeia completa, PoCs reproduzíveis, IoCs e a lista de detecções que deveriam ter disparado.
// Engagement request
Engajamentos SpecialOps começam com uma conversa fechada. Não publicamos preço de tabela, não despachamos proposta sem entender o alvo, e exigimos NDA recíproco antes de qualquer detalhe técnico.